
Piauí, poucas palavras soam como essa, palavra com encontro de quatro vogais é nome da Revista que foi lançado em outubro de 2006. O projeto estava na cabeça dos jornalistas desde agosto sendo o piloto de uma revista diferente ousada. A revista conta com jornalistas experientes, um deles é Cassiano Elek Machado, jornalista formado mais de 12 anos tendo passado 10 anos na Folha de São Paulo, atualmente ajuda a desenvolver a revista. Este esteve presente na Semana de comunicação 2007.
A idéia de formar a Piauí surgiu da cabeça do João Moreira Sales documentarista e botafoguense fanático. Podemos olhar que no final de cada texto tem uma bola preta com uma estrela dentro branca nada botafoguense, ele tirou a idéia de fazer a revista da New York produzida nos Estados Unidos, juntando alguns jornalistas lançou a revista com selo Alvinegro, nome da revista era provisório e por fim acabou ficando esse mesmo pelo simples fato da palavra soar bem com encontro de vogais.
Revista Piauí é mensal, as matérias são longas, bem escritas e não sendo segmentadas. Consequentemente não tem um público alvo e não encontra matérias de cunho factual. O que mais chama atenção é a capa, não sendo normal, pois o tamanho grande em vista das outras, com quadrinhos é uma coisa que nãotem em nenhuma outra revista.
A revista tem seus colaboradores abrindo a oportunidade de todos escreverem, não ficando fixo no eixo Rio São Paulo, dando a oportunidade de pessoas que não residem aqui de escrever na revista. Segundo Cassiano, a revista tem um público heterogêneo não tendo uma classe fixa, mesmo com isso a revista tem uma tiragem de 60 mil exemplares e 11 mil assinantes, os dois estados que consomem mais é São Paulo e Rio de Janeiro onde é produzida e depois vem a Bahia como surpresa deixando os gaúchos para trás sendo tradicionais em leitura.
A primeira página da revista é
Chegada contando a história de alguém ou alguma coisa que chegou, e a parte final é a
Despedida que conta quem vai embora, só para deixar com vontade os leitores esse mês ela conta a historia de um cachorro que não se encontra em qualquer esquina.
Texto: Eduardo de Freitas / Juliano Sanches
Foto: Érica Guimarães